Bruxas, Magos e Feiticeiros: Qual a Diferença?
5 de novembro de 2020
Magia Funciona?
12 de novembro de 2020
Exibir tudo

Dia 13 de Novembro: Dia Mundial da Gentileza

Sabemos que as ações gentis e os gestos de carinho e generosidade devem ser parte de nossa rotina, mas de que maneira?

Quando a gente procura no dicionário, a gentileza tem os seguintes significados: “Característica ou particularidade de ser gentil; Comportamento distinto em que há nobreza e/ou elegância; Delicadeza; amabilidade”. Mas como compreender – e aplicar – essa qualidade, em sua verdadeira e preciosa essência, nas nossas atitudes cotidianas?

Sabe… Às vezes a gente confunde gentileza com as atitudes formais que aprendemos desde pequenos, como dizer “Por favor”, “Com licença” e “Obrigado”. Ou, ainda, por ceder seu lugar para um idoso se sentar no ônibus, auxiliar alguém no caixa eletrônico do banco, passar uma informação na rua para alguém que procura um endereço específico… E assim por diante.

Bem, isso tudo o que exemplifiquei aqui não deixa de ser gentileza… São, com toda a certeza, atitudes cordiais, atos gentis. Mas a verdadeira essência do tema que estamos tratando hoje aqui, em questão, vai bem além disso!

Mas então, qual é a essência da gentileza?

Quando falamos nela, estamos descrevendo aquelas ações consideradas amáveis, delicadas e cuidadosas, que, muitas vezes, vêm de maneira inesperada. A gentileza pura não surge por necessidade; ela é espontânea!

A gente está vivendo em um mundo muito bagunçado, né? Onde poder, ambição e estar “sempre à frente” se mostra uma inquietante necessidade. Que bobagem!

As competições tomaram conta de postos em nossos empregos, de espaços no trânsito, de lugares em filas, de likes em redes sociais… E, em meio a tudo isso, a gente acaba se distanciando pouco a pouco, daquela qualidade básica que deveria estar constantemente nos moldando para sermos, a cada dia que passa, nossas melhores versões: a empatia! 

Mas, então, no fim das contas, como é que a gente pode se reconectar com a gentileza essencial, pura e verdadeira, em meio a todo o caos da vida moderna? Se somos ensinados, muitas vezes, a termos posturas mais agressivas e individualistas até mesmo em nosso ambiente de trabalho, para sermos figuras respeitáveis; ou a apertarmos uma longa – e nada empática – buzina no trânsito por mais que o erro cometido pelo outro condutor seja “perdoável”?

É um exercício diário fantástico – e transformador!

A gentileza tem um impacto muito positivo não só para as pessoas ao nosso redor, mas para nós, principalmente. Não se trata apenas de uma questão de educação, mas também, de bem-estar! Inúmeras pesquisas, antigas e atuais, trazem esse tipo de estudo, com imagens da dopamina (neurotransmissor do bem-estar) em ativa produção enquanto ajudamos ao próximo ou entoamos algumas palavras de carinho de forma inesperada a alguém.

Mas, muito além da questão científica, o que eu quero trazer hoje, a você, é a questão humana: afinal, o ser humano se nutre de suas relações. As conexões humanas são as grandes responsáveis por nossos momentos de elevação, de amorosidade, de afirmação, de crescimento… E, é claro, de felicidade!

Na realidade, quando você começa a incluir uma pitada de gentileza a mais em suas ações, a vida fica mais colorida. Você passa a colher afeto onde sequer imaginou que poderia ser frutificado. Uma vez, o Poeta, Dramaturgo e ator Inglês William Shakespeare disse: ”Eu aprendi que ser gentil é mais importante do que estar certo”.  Se essa frase fez sentido para você, devo dizer que já entendeu tudo!

Eu não sei o seu nome, mas agradeço imensamente a gentileza de ter lido este artigo até aqui. Assim como eu, gentilmente, espero ter contribuído para um momento reflexivo de bastante paz e harmonia neste pequeno espaço de tempo do seu dia!

Texto: Paula Santana 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.