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Sacerdote lança livro com histórias sobre a fé nos Orixás e Guias de Umbanda

De linguagem simples e tratando de aspectos corriqueiros da vida de forma lúdica, o livro fala sobre sentimentos e momentos, pelo qual todos nós já passamos um dia e nos quais as entidades e Orixás manifestaram sua presença por meio da fé
Escritor e dirigente espiritual da T. U. Cabana do Pai Antônio e os Filhos da terra, Pai João Paulo Francisco, já lançou três obras mediúnicas, uma delas a gente já comentou aqui no blog (A Sentença do Diabo) e exerce mediunidade há 11 anos.
Segundo o sacerdote, sua nova obra surge quando o Preto-Velho que lhe acompanha pede a ele, para que escreva alguns pequenos versos a fim de exercitar sua psicografia. Neste momento, ele, que estava prestes a escrever um romance mediúnico, sob a inspiração de Tião Baiano, baiano que lhe acompanha, topa a empreitada e se dedica as narrativas, sob a tutela de Pai Antônio.
Mesmo sem perceber, e com toda sabedoria do Preto-Velho, todas tinham algo em comum: falava sobre a fé. Fé na vida, em Deus e nos Orixás. Foi quando eu perguntei se podia virar um livro, e ele autorizou.

Pai João Paulo Francisco

É dai que nasce o título da obra, A RAIZ DA FÉ. As histórias narradas ao longo do livro, trazem no discurso uma mensagem intrínseca: a contribuição da fé no processo evolutivo de cada um dos persongens.
São histórias curtas e pequenas. Então reuni em um livro de bolso. E no final, ele traz algumas orações. O intuito do livro é essa reflexão sobre a fé, interiorizar o divino, trazer para o dia a dia o axé dos Orixás.

Pai João Paulo Francisco

Segundo o sacerdote, os mentores que transmitem em psicografia os romances mediúnicos a ele, são Pai Antônio, Tião Baiano e Sr. Exu Veludo.

A RAIZ DA FÉ está em uma campanha no site Catarse (www.catarse.me/araizdafe) e busca agora por apoiadores do projeto, para que ele possa ser lançado. A contribuição vai de R$ 31 a R$ 225. Para saber mais sobre as contribuições e quais recompensas cada uma proporciona acesse o site do Catarse e aproveite para ver também o vídeo de Pai João Paulo Francisco, sobre a obra.

A S I M P L I C I D A D E DA FÉ – introdução

Uma vela acesa, um pedido em oração, coração radiante e a alma expandindo sua essência, entra em comunhão com o sagrado. O elemento principal tem de ser a fé, mesmo nas horas aflitas e angustiantes. Em sua infinita sabedoria, Deus e criador de tudo, plantou uma semente em cada um de nós, para nos lembrarmos, mesmo que intuitivamente, de onde viemos e quem somos. A simplicidade não é a falta de elementos, seja uma religião, templo, ferramentas mágicas… Para a fé, a simplicidade representa autenticidade do que sentimos quando rezamos. A fé é a reunião com o sagrado para encontrar a si mesmo, pois Deus está em cada um de nós e a essência pura de nós é o bem. A fé impulsiona para o avanço moral e consciencial, uma vez que sabemos que a passagem pela carne é apenas uma etapa de vários obstáculos da eternidade.

Olorum evidencia em cada momento uma transformação interna e tudo evolui, de uma forma ou de outra. Seja pela dor ou pelo amor, temos a oportunidade sagrada de aprendermos na escola da vida, como espíritos livres e independentes com o conhecimento da unidade plural da humanidade. Seja simples para viver por completo, para conhecer a si mesmo e entender o propósito da sua alma. A fé é uma ciência da alma para expandir a consciência do universo. Sua simplicidade ainda é complexa, mas caminhamos para o conhecimento integral de quem somos, de onde viemos e para onde vamos. Sinta a sua fé e ela o transformará.

A fé que habita na alma transforma todo o seu ser, eleva sua consciência e aquece seu coração.

 

UMA ROSA, SUA FÉ – trecho

Sua vida estava destroçada e ela não sabia o que fazer. Pegou um ônibus e se refugiou no litoral. Mil coisas pairavam sobre sua cabeça, a dúvida levava a tristeza. Jandira não buscava uma certeza, apenas queria sentir novamente a beleza da vida. Os acontecimentos a levaram a desistir de seus sonhos, mas não sabia que sua fé estava adormecida. No momento do desespero, decidiu mergulhar nas águas salgadas e repousar no fundo do mar.

Caminhou devagar e não conseguiu sequer chorar, seus pés estavam sem sensibilidade para sentir a textura da areia, seu coração estava em pedaços. Nada fazia mais sentido para ela naquele momento. Parou em frente ao mar e começou a olhar os barcos que estavam ancorados a alguns quilômetros da margem. Ela sabia que bastava recolher a âncora para mudarem de lugar e seguir viagem. Pensou como sua vida estava presa em algum lugar mas nem sabia no que, e que só dependia dela para mudar.

Ela não percebeu, mas uma menininha aproximava quando ainda estava em pensamento.
– Tia, aquela mulher mandou entregar para você.
Ela olhou para todos os lados e não havia ninguém.
– Que mulher? Não estou vendo ninguém.

[…]
Texto:
Júlia Pereira
Imagem:
Divulgação
Estudos com inscrições abertas pelo
umbandaead.com.br
e-mail:
[email protected]
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Tel (14) 3010-7777
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