Educadores de Diadema recebem formação sobre cultura afro

Qui, 31 de Mar, 2016

Com base na Lei 10.639, que visa levar para as salas de aula mais informações sobre a cultura africana do que a escravidão negra no Brasil, a secretaria de Educação de Diadema está realizando curso de formação abordando o tema etnocentrismo, diversidade e gênero para coordenadoras pedagógicas, articuladoras e professoras da rede municipal.

O trabalho, desenvolvido pela dra. Kiussan Oliveira, professora da rede municipal de Diadema, é voltado para o fortalecimento de questões relativas aos Direitos Humanos. Além disso, tem objetivo de ampliar o olhar das educadoras para os cuidados e encaminhamentos nas questões de racismo, bullying, e outros temas conflitantes. Cerca de 150 professores do Programa Cidade na Escola participam da formação e vão desenvolver o tema em sala de aula para aproximadamente 3 mil alunos. “A importância do curso está justamente em mostrar que o preconceito realmente acontece e os educadores devem saber como abordar a questão”, afirma Rosangela de Cássia, articuladora da Escola Mario Santalucia.

“Queremos ampliar os conhecimentos dos alunos sobre a história afro-brasileira, o curso é aplicado resgatando as memórias dos professores com situações vividas, envolvendo músicas, filmes e textos para que haja compreensão de que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a grupos étnico-raciais distintos, que possuem cultura e história próprias, igualmente valiosas e que em conjunto constroem a nação brasileira”, afirma a dra. Kiussan Oliveira, que é formada em Psicologia pela USP, pedagoga, arte-educadora e autora de livros premiados como “Omo-obá” e “Histórias de Princesas”.

Durante o curso a professora conta de maneira clara e realista historias vivenciadas e um material está sendo elaborado para servir como base para os professores em sala de aula. Nesse conteúdo, constam indicações de livros como “O mundo no Black Power de Tayó” filmes, músicas, dinâmicas e atividades que tratam a diversidade humana na escola, promovendo a igualdade de direitos entre todos os sujeitos, não importando sua raça, religião ou sexo.

A articuladora Rosangela complementa: “Vamos aplicar o que aprendemos no curso oferecendo aos alunos atividades bem preparadas, que envolvam a temática étnica racial, buscando historias e fatos para que haja reflexões sobre os casos”.

Texto:  Portal de notícias ABC do ABC 

Créditos imagem: Ronaldo Lima 

 

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